Blogue do Jardim de Infância de Quinta do Valongo - Agrupamento de Escolas de Mealhada.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
SOPHIA
Na quinta feira, fomos a Coimbra, ao Teatrão ver a "Sophia".
Sophia era uma escritora que já morreu, como o avô do T. e como o irmão do H. e o pai do ator P. Ela escreveu muitos livros, todos com muitas letras e poucos desenhos.
O teatro contava uma história que começou no Natal. Era uma casa grande, com janelas e loiças e e muros. E as pessoas foram fazer uma viagem.
Entraram na floresta que tinha árvores muito grandes, fadas boas e fadas más, anões e depois foram até à praia. No mar vivia a Menina do Mar que dançava com os peixes e com as algas. Ela nunca saía, se não ficava seca como as algas.
No mar havia um barco e ondas feitas com cordas.
Um cavaleiro muito valente montou no cavalo e foi na viagem.
O cavaleiro voltou e encontrou uma grande árvore de Natal com luzes. Era Natal outra vez.
No chão havia um tapete branco que ficava azul e rosa e com outras cores. Havia uma roda gigante e cordas. também havia elásticos. As paredes eram pretas.
Ouvimos músicas e os atores também cantavam e falavam e gritavam.
Eles estavam alegres. Eram curiosos. Eram quatro, duas senhoras e dois senhores.
Gostámos muito, muito e não tivemos medo do escuro. Queríamos ir outra vez.
Na nossa viagem, de autocarro, passámos em cima do rio Mondego, numa ponte. E vimos a estação dos comboios. Vimos muitos carros, sinais e muitas pessoas.
Sophia era uma escritora que já morreu, como o avô do T. e como o irmão do H. e o pai do ator P. Ela escreveu muitos livros, todos com muitas letras e poucos desenhos.
O teatro contava uma história que começou no Natal. Era uma casa grande, com janelas e loiças e e muros. E as pessoas foram fazer uma viagem.
Entraram na floresta que tinha árvores muito grandes, fadas boas e fadas más, anões e depois foram até à praia. No mar vivia a Menina do Mar que dançava com os peixes e com as algas. Ela nunca saía, se não ficava seca como as algas.
No mar havia um barco e ondas feitas com cordas.
Um cavaleiro muito valente montou no cavalo e foi na viagem.
O cavaleiro voltou e encontrou uma grande árvore de Natal com luzes. Era Natal outra vez.
No chão havia um tapete branco que ficava azul e rosa e com outras cores. Havia uma roda gigante e cordas. também havia elásticos. As paredes eram pretas.
Ouvimos músicas e os atores também cantavam e falavam e gritavam.
Eles estavam alegres. Eram curiosos. Eram quatro, duas senhoras e dois senhores.
Gostámos muito, muito e não tivemos medo do escuro. Queríamos ir outra vez.
Na nossa viagem, de autocarro, passámos em cima do rio Mondego, numa ponte. E vimos a estação dos comboios. Vimos muitos carros, sinais e muitas pessoas.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Dia Internacional do OBRIGADO
Hoje pensámos como é importante agradecer, sempre que um amigo nos ajuda, quando os pais nos preparam a comida e compram livros, quando o senhor da loja nos dá as coisas que queremos comprar, quando nos deixam passar, ...
Aprendemos que os senhores dizem "obrigado" e as senhoras "obrigada". Também se pode dizer agradecido e agradecida.
Assim mostramos que somos educados e construímos a PAZ.
Fizemos um fantoche que tem uma boca que diz OBRIGADO/A e olhos que mexem e olham para todos os lados. Assim ele nunca se esquece de dizer esta "palavrinha mágica"!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Revisitámos o ciclo do Natal
Agora que as festividades do Natal terminaram, é bom recordar!
Fizemos um caminho, como um labirinto, às vezes. Tivemos ideias, partilhámos com todos e depois decidimos o que fazer.
Bolachas. Anjinhos. Um teatro. O nosso livro de Natal, que começou no Jardim de Infância e foi para casa, para ser escrito em família. Uma visita a Santa Maria da Feira, ao musical dos piratas que dizem a toda a gente que o maior tesouro é a família. Um postal para os amigos, feito no computador. A chegada dos 3 Reis Magos.
Fizemos um caminho, como um labirinto, às vezes. Tivemos ideias, partilhámos com todos e depois decidimos o que fazer.
Bolachas. Anjinhos. Um teatro. O nosso livro de Natal, que começou no Jardim de Infância e foi para casa, para ser escrito em família. Uma visita a Santa Maria da Feira, ao musical dos piratas que dizem a toda a gente que o maior tesouro é a família. Um postal para os amigos, feito no computador. A chegada dos 3 Reis Magos.
| O meu livro de Natal - As renas felizes a caminho |
| Bolachas doces q.b. - a nossa prenda para cada elemento da família |
| A nossa árvore de Natal com material reciclado |
| Os três Reis Magos a tomar o chá |
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
A espera
Gostamos de brincar, de correr, de jogar, de festas, de prendas, de .... Não gostamos de esperar!
Os convidados entraram às escuras, como no cinema.
No fim cantámos todos, em inglês e em português.
Há muitas pessoas que correm muito, que querem tudo, quando querem e depois, querem mais. E sempre depressa.
Mas a espera do Dia de Natal é sempre especial.
Partilhámos com os pais e os avós um bocadinho do que gostamos.
Foi na quarta feira, depois do almoço.
A sala estava escura. Era de noite. Tínhamos a lua e muitas estrelas.
Foi na quarta feira, depois do almoço.
A sala estava escura. Era de noite. Tínhamos a lua e muitas estrelas.
Os convidados entraram às escuras, como no cinema.
No fim cantámos todos, em inglês e em português.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Fazer bolachas
Hoje os meninos "foram às compras", um de cada vez, para ir buscar os ingredientes da receita, depois de ouvirem o texto escrito.
Puseram o açúcar e os ovos numa taça. Depois juntaram manteiga, sal, natas, fermento para crescer e farinha.
Com as mãos amassaram e depois esticaram com o rolo de madeira.
Com as formas cortaram a massa.
Foi ao forno.
São muito saborosas, estas bolachas! Vamos dar a receita ao Pai Natal.
Hoje, o título é da autoria da M.P. O texto é de todos mas o T.M. começou e contou como se fosse uma história.
Estamos a compreender, cada vez mais, a importância da escrita.
Puseram o açúcar e os ovos numa taça. Depois juntaram manteiga, sal, natas, fermento para crescer e farinha.
Com as mãos amassaram e depois esticaram com o rolo de madeira.
Com as formas cortaram a massa.
Foi ao forno.
São muito saborosas, estas bolachas! Vamos dar a receita ao Pai Natal.
Hoje, o título é da autoria da M.P. O texto é de todos mas o T.M. começou e contou como se fosse uma história.
Estamos a compreender, cada vez mais, a importância da escrita.
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