Hoje partilhámos a felicidade de estarmos juntos outra vez. "De manhã eu não queria vir, mas agora é muito bom! Estou feliz! - MS4.
E partilhámos também as nossas vivências do Natal, em família.
" - Eu ouvi o Pai Natal!"
" - Eu vi o Pai Natal!
(...)
"- Eu fui a Paris."
" - O meu avô contou-me a história do Jesus."
Abrimos o nosso blogue para descobrir o que lá estava de novo e encontrámos muitas imagens que comentámos.
1 - " - É um presépio com o Jesus! ... Eu também tenho um presépio de barro. É tão bonito!"
2 - " - Oh! É feito de jóias! Tem muitas figuras."
3 - " - O meu também tinha musgo. Este tem muitas casas e pessoas. São casas com o telhado vermelho."
4 - " Oh! tem animais. Girafas! E pessoas pretas. O Jesus é preto."
5 - " Tem muitas cores, é tão bonito! E têm chapéus grandes. Está sol. Parecem os cowboys."
Partimos para mais uma aventura com as palavras que nos vai levar à descoberta de outros países, de outros costumes. E ficou uma questão do TM5 - "Como é o presépio no Polo Norte?"
Durante a tarde ouvimos música enquanto cada um fez o seu quadro com a história do Menino Jesus, a história do Natal.
Muitos pintores também pintaram quadros que nos contam histórias. Alguns estão nos museus.
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Blogue do Jardim de Infância de Quinta do Valongo - Agrupamento de Escolas de Mealhada.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
Representação
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Já só faltam 3 dias!
E a magia continua, para todos nós! Quantos desejos e quantas surpresas.
Está na hora de dizer. Também pedimos ao Pai Natal aquilo que queremos para os pais e para os irmãos.
E, alguns meninos lembraram-se de oferecer brinquedos e roupas, de que não precisem para outros.
Até ao Dia de Reis iremos receber no nosso JI.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Viver o NATAL
Natal - Pai Natal - Prendas
Para as crianças, a ideia que prevalece sobre o Natal está relacionada com estes aspetos. E eles são importantes, sem dúvida. Conduzem para o imaginário, para a alegria. E aí, abre-se um leque de perspetivas! Mas, também há o risco de se ficar congelado no consumismo, na correria e no vazio dos valores, deturpando assim o verdadeiro conceito de Natal, independentemente das crenças de cada família.
Quando começamos a dialogar e a envolver as crianças, as suas ideias começam a formar uma paleta com mais cores. Surgem afirmações, questões. É assim que elas constroem e partilham saberes.
Foi assim que nós iniciámos a vivência do Natal.
"Uma coisa de cada vez, .... porque é bom fazer as coisas devagarinho e ter sempre surpresas e festa."
De uma história, nasceu uma ideia diferente. Isto é criar.
E recreámos uma tradição, adaptada ao nosso mundo. Com fantasia, mas com significado e conhecimento do que é a partilha.
Era uma vez uma vaquinha que estava sozinha num estábulo. Era velhinha e sentia-se triste. Uma grande ventania trouxe-lhe companhia. Ela convidou a lebre, as cabrinhas, as ovelhas, os pássaros, que procuravam fugir para a sua casa.A todos aqueceu, com o seu bafo.
Eram muitos e ficaram muito apertados.
Entretanto, apareceu uma estrela! E, lá longe, ainda vinha mais um animal. Era um burrinho. Mas não vinha sozinho... Agora eram mais. eram muitos! Já não havia lugar.
A vaca tinha um coração bom e decidiu dar o seu lugar e dormir lá fora, ao frio.
Tentou libertar-se da corda que lhe prendia a pata, mas ...
A lebre, as cabrinhas e as ovelhas decidiram dar o seu lugar e então saíram.
Logo depois, ouviu-se o choro de um bebé que nasceu!
Ele tinha frio e precisava dela. Então ela aqueceu-o e o seu coração ficou grande, muito cheio de felicidade.
Nesse momento, a vaquinha teve o maior presente, o que mais desejava, a visita do seu dono. E ouviu -o dizer.
-Agora nunca mais estarás só. Vais receber visitas de todos os lados.
Porque a magia não tem de se explicar,
porque esta história é atual na História,
porque ...
e, em todos nós há memórias felizes dos Natais da nossa infância,
porque estes meninos vão fazer a diferença no Mundo que vão (re)construir.
Para as crianças, a ideia que prevalece sobre o Natal está relacionada com estes aspetos. E eles são importantes, sem dúvida. Conduzem para o imaginário, para a alegria. E aí, abre-se um leque de perspetivas! Mas, também há o risco de se ficar congelado no consumismo, na correria e no vazio dos valores, deturpando assim o verdadeiro conceito de Natal, independentemente das crenças de cada família.
Quando começamos a dialogar e a envolver as crianças, as suas ideias começam a formar uma paleta com mais cores. Surgem afirmações, questões. É assim que elas constroem e partilham saberes.
Foi assim que nós iniciámos a vivência do Natal.
"Uma coisa de cada vez, .... porque é bom fazer as coisas devagarinho e ter sempre surpresas e festa."
De uma história, nasceu uma ideia diferente. Isto é criar.
E recreámos uma tradição, adaptada ao nosso mundo. Com fantasia, mas com significado e conhecimento do que é a partilha.
Era uma vez uma vaquinha que estava sozinha num estábulo. Era velhinha e sentia-se triste. Uma grande ventania trouxe-lhe companhia. Ela convidou a lebre, as cabrinhas, as ovelhas, os pássaros, que procuravam fugir para a sua casa.A todos aqueceu, com o seu bafo.
Eram muitos e ficaram muito apertados.
Entretanto, apareceu uma estrela! E, lá longe, ainda vinha mais um animal. Era um burrinho. Mas não vinha sozinho... Agora eram mais. eram muitos! Já não havia lugar.
A vaca tinha um coração bom e decidiu dar o seu lugar e dormir lá fora, ao frio.
Tentou libertar-se da corda que lhe prendia a pata, mas ...
A lebre, as cabrinhas e as ovelhas decidiram dar o seu lugar e então saíram.
Logo depois, ouviu-se o choro de um bebé que nasceu!
Ele tinha frio e precisava dela. Então ela aqueceu-o e o seu coração ficou grande, muito cheio de felicidade.
Nesse momento, a vaquinha teve o maior presente, o que mais desejava, a visita do seu dono. E ouviu -o dizer.
-Agora nunca mais estarás só. Vais receber visitas de todos os lados.
Porque a magia não tem de se explicar,
porque esta história é atual na História,
porque ...
e, em todos nós há memórias felizes dos Natais da nossa infância,
porque estes meninos vão fazer a diferença no Mundo que vão (re)construir.
No dia 17, depois de outras surpresas, e depois de termos colocado as nossas figuras, segundo os critérios de cada um (e também demonstrando competências desenvolvidas nas diversas áreas de conteúdo), as renas sobrevoaram o nosso Jardim e deixaram cair muitas caixas coloridas ...
Que alegria, a alegria da descoberta.
Nesta época também fomos a um musical e ao cinema, com muitas crianças.
![]() |
| "Aladino" |
![]() |
| Cineteatro Messias |
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
O Natal está a chegar!
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Sol de Outono
Hoje de manhã estava muito frio. Estava tudo branquinho. Parecia neve.
Mas o sol ficou bem quente e como agora já podemos sair do JI decidimos ir à floresta para apanhar pauzinhos que vamos colar nos postais de Boas Festas.
Descobrimos muitas coisas!
Mas o sol ficou bem quente e como agora já podemos sair do JI decidimos ir à floresta para apanhar pauzinhos que vamos colar nos postais de Boas Festas.
Descobrimos muitas coisas!
E o P. concluiu que esta árvore bebé era um picoteiro porque as folhas eram picos!
E os pinheiros que conhecia eram altos.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Eu tenho duas casas ...
Os pais de cada menino e de cada menina escreveram uma carta com muitas palavras mágicas. Hoje partilhámos as palavras e alguns quiseram explicar.
As nossas famílias são um bocadinho diferentes e um bocadinho iguais. Todos temos os nossos pais e alguns temos irmãos. E todos temos uma casa, ... ou duas!
Todos os pais disserem que nos amam muito.
As nossas famílias são um bocadinho diferentes e um bocadinho iguais. Todos temos os nossos pais e alguns temos irmãos. E todos temos uma casa, ... ou duas!
Todos os pais disserem que nos amam muito.
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